Dra. Giovanna Pernantoni - Cirurgiã de Cabeça e Pescoço
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Conheça Dra. Giovanna Perantoni

CRM 5652 RQE/Cirurgia de Cabeça e Pescoço 1964 RQE/Cirurgia Geral 3666

Minha formação em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, com residência médica pela Universidade de São Paulo (USP – SP), construiu uma base sólida em anatomia, reconstrução e tratamento das estruturas mais delicadas do corpo humano. É dessa origem — profundamente ligada à cura e à funcionalidade — que nasce minha atuação em plástica e estética da região da face e do pescoço.

Com formação em Medicina pela UFRN, residência em Cirurgia Geral e Cirurgia de Cabeça e Pescoço, e fellowships em plástica e estética facial, desenvolvi uma prática que une precisão cirúrgica, senso estético refinado e respeito absoluto à individualidade de cada paciente.

Atuo em todas as áreas da cabeça e pescoço, especialmente em procedimentos como:

Meu enfoque é claro:

resultados naturais, funcionais e elegantes, construídos com técnica, critério e sensibilidade.

Cada tratamento é pensado de forma individual, para que beleza e saúde caminhem juntas, de maneira discreta, harmônica e duradoura.

Beleza não é excesso. É equilíbrio, precisão e verdade. Quando função e estética se encontram, o resultado é incredibile.

Dessa forma, apresento minha jornada acadêmica:

Relação cirurgião-paciente

O primeiro passo é a confiança e segurança no seu cirurgião.
Acredito que saber sua formação e qualificação ajuda muito nessa conexão inicial. Muitas vezes há uma indicação de outro profissional, normalmente o endocrinologista ou dermatologista.
Após o laço de confiança, sugiro que o diagnóstico e a indicação da cirurgia sejam compartilhados com os familiares ou pessoas de confiança, para que a caminhada fique mais leve e que tenham suporte a cada passo. Inclusive, nas consultas, muitas vezes o emocional pode estar alterado e influenciar no entendimento do que o seu médico explicou, portanto, uma companhia ajuda a organizar as ideias também pois todos são informados e esclarecidos em conjunto.
Por fim, analise se você tem acesso fácil ao seu cirurgião e se ele é disponível tanto para tirar suas dúvidas quanto para resolver os problemas, dessa forma, tudo acontece da melhor maneira possível.

Relação cirurgião-paciente

O primeiro passo é a confiança e segurança no seu cirurgião.
Acredito que saber sua formação e qualificação ajuda muito nessa conexão inicial. Muitas vezes há uma indicação de outro profissional, normalmente o endocrinologista ou dermatologista.
Após o laço de confiança, sugiro que o diagnóstico e a indicação da cirurgia sejam compartilhados com os familiares ou pessoas de confiança, para que a caminhada fique mais leve e que tenham suporte a cada passo. Inclusive, nas consultas, muitas vezes o emocional pode estar alterado e influenciar no entendimento do que o seu médico explicou, portanto, uma companhia ajuda a organizar as ideias também pois todos são informados e esclarecidos em conjunto.
Por fim, analise se você tem acesso fácil ao seu cirurgião e se ele é disponível tanto para tirar suas dúvidas quanto para resolver os problemas, dessa forma, tudo acontece da melhor maneira possível.

Especialidades

Tireoide

A tireoide é uma glândula localizada na região anterior do pescoço que secreta os hormônios que são responsáveis pelo funcionamento de diversos órgãos, como sistema nervoso, intestino, coração, ossos, pele, cabelos e pelo nosso metabolismo e peso.

Podemos identificar dois tipos de problemas nessa glândula, o primeiro relacionado a função e o segundo a estrutura.

Quanto a função podemos ter excesso de função, hipertireoidismo, ou redução da função, hipotireoidismo. Nos dois casos resolvemos com medicações para controle. Em alguns deles podemos lançar mão de outras terapias, inclusive cirurgia.

Agora, quanto a estrutura, não resolvemos com medicação e o tratamento principal é cirúrgico. As indicações podem ser tanto por suspeita de malignidade, tamanho aumentado com sintomas compressivos, quanto por nódulo tóxico, que produz hormônio de maneira autônoma (doença de plummer).

Tireoide

A tireoide é uma glândula localizada na região anterior do pescoço que secreta os hormônios que são responsáveis pelo funcionamento de diversos órgãos, como sistema nervoso, intestino, coração, ossos, pele, cabelos e pelo nosso metabolismo e peso.

Podemos identificar dois tipos de problemas nessa glândula, o primeiro relacionado a função e o segundo a estrutura.

Quanto a função podemos ter excesso de função, hipertireoidismo, ou redução da função, hipotireoidismo. Nos dois casos resolvemos com medicações para controle. Em alguns deles podemos lançar mão de outras terapias, inclusive cirurgia.

Agora, quanto a estrutura, não resolvemos com medicação e o tratamento principal é cirúrgico. As indicações podem ser tanto por suspeita de malignidade, tamanho aumentado com sintomas compressivos, quanto por nódulo tóxico, que produz hormônio de maneira autônoma (doença de plummer).

Paratireoide

As paratireoides são glândulas em número de quatro que ficam atrás da tireoide, cuja função é controlar os níveis de cálcio no sangue por meio da produção do paratormônio (PTH).

Quando há um aumento da função da paratireoide detectamos elevação dos níveis de PTH e consequentemente de cálcio no sangue, causando uma condição chamada hipercalcemia. Esse quadro é chamado hiperparatireoidismo primário e pode ser causado por tumores benignos (adenomas), ou por hiperplasia (crescimento anormal, mas benigno da glândula), ou até, em raros casos, é resultado de um câncer, o carcinoma de paratireoide.

Essa alteração metabólica pode causar osteoporose, fraturas ósseas e cálculos renais. Essas doenças são descobertas por meio de exames de sangue que mostram elevação dos níveis de cálcio e PTH além de exames de imagem como ultrassonografia cervical e cintilografia. Já as repercussões sistêmicas descobrimos por meio de densitometria óssea e exames das vias urinarias. O tratamento dessa condição consiste na remoção cirúrgica da paratireoide doente.

Existe também o hiperparatireoidismo secundário (HPTS) que é a elevação do PTH secundária à hipocalcemia. A doença mais frequentemente associada ao HPTS é a insuficiência renal crônica. No entanto, o motivo mais comum do HPTS é a deficiência de vitamina D. Reservas inadequadas de vitamina D são comuns em idosos, em pacientes com síndromes de má absorção ou com exposição solar limitada.
O tratamento depende da causa, podendo ser com administração de suplementação de vitamina D ou cirurgia, paratireoidectomia, para remover glândulas paratireoides irreversivelmente aumentadas, na tentativa de restaurar a fisiologia normal da paratireoide. Se não tratado, o paciente pode ter complicações esqueléticas e cardiovasculares significativas.

Paratireoide

As paratireoides são glândulas em número de quatro que ficam atrás da tireoide, cuja função é controlar os níveis de cálcio no sangue por meio da produção do paratormônio (PTH).

Quando há um aumento da função da paratireoide detectamos elevação dos níveis de PTH e consequentemente de cálcio no sangue, causando uma condição chamada hipercalcemia. Esse quadro é chamado hiperparatireoidismo primário e pode ser causado por tumores benignos (adenomas), ou por hiperplasia (crescimento anormal, mas benigno da glândula), ou até, em raros casos, é resultado de um câncer, o carcinoma de paratireoide.

Essa alteração metabólica pode causar osteoporose, fraturas ósseas e cálculos renais. Essas doenças são descobertas por meio de exames de sangue que mostram elevação dos níveis de cálcio e PTH além de exames de imagem como ultrassonografia cervical e cintilografia. Já as repercussões sistêmicas descobrimos por meio de densitometria óssea e exames das vias urinarias. O tratamento dessa condição consiste na remoção cirúrgica da paratireoide doente.

Existe também o hiperparatireoidismo secundário (HPTS) que é a elevação do PTH secundária à hipocalcemia. A doença mais frequentemente associada ao HPTS é a insuficiência renal crônica. No entanto, o motivo mais comum do HPTS é a deficiência de vitamina D. Reservas inadequadas de vitamina D são comuns em idosos, em pacientes com síndromes de má absorção ou com exposição solar limitada.
O tratamento depende da causa, podendo ser com administração de suplementação de vitamina D ou cirurgia, paratireoidectomia, para remover glândulas paratireoides irreversivelmente aumentadas, na tentativa de restaurar a fisiologia normal da paratireoide. Se não tratado, o paciente pode ter complicações esqueléticas e cardiovasculares significativas.

Pele

O câncer da pele é responsável por mais de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém seus números são muito altos. Os tipos mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, já o mais raro e letal é o melanoma.

Essa lesões de pele surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Atenção ao melanoma que tem chance de cura de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Essas lesões podem surgir em áreas difíceis de serem visualizadas, embora sejam mais comuns nas perna, troncos, pescoço e rosto.

O dermatologista, cirurgião de cabeça e pescoço ou cirurgião oncológico são os médicos especializados em diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada para lesões de pele. Além disso, vale lembrar que uma lesão considerada “normal” para um leigo, pode ser suspeita para um médico. Não deixe de procurar ajuda.

Pele

O câncer da pele é responsável por mais de 30% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém seus números são muito altos. Os tipos mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, já o mais raro e letal é o melanoma.

Essa lesões de pele surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Atenção ao melanoma que tem chance de cura de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Essas lesões podem surgir em áreas difíceis de serem visualizadas, embora sejam mais comuns nas perna, troncos, pescoço e rosto.

O dermatologista, cirurgião de cabeça e pescoço ou cirurgião oncológico são os médicos especializados em diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada para lesões de pele. Além disso, vale lembrar que uma lesão considerada “normal” para um leigo, pode ser suspeita para um médico. Não deixe de procurar ajuda.

Boca

O câncer da boca é um tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, céu da boca e língua.
Quem fuma cigarro ou utiliza outros produtos derivados do tabaco, como cigarro eletrônico, cigarro de palha, fumo de rolo, tabaco mascado, charutos, cachimbos, narguilé, entre outros, tem risco muito maior de desenvolver câncer de boca e de faringe do que não fumantes. Lembrando, quanto maior o número de cigarros fumados, maior o risco de câncer.
Consumo de bebidas alcoólicas e excesso de gordura corporal aumentam o risco de câncer de boca. Outro fator de risco é a exposição a óleo de corte, amianto, poeira de madeira, poeira de couro, poeira de cimento, de cereais, têxtil e couro, amianto, formaldeído, sílica, fuligem de carvão, solventes orgânicos e agrotóxico.
Lembrar que a infecção pelo vírus HPV está relacionado a alguns casos de câncer de orofaringe. Já a exposição ao sol representa risco importante para o câncer dos lábios.

Os principais sinais que devemos ficar atentos:

  • Lesões na boca ou nos lábios que não cicatrizam por mais de duas semanas
  • Manchas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, céu da boca ou bochechas
  • Nódulos (caroços) no pescoço
  • Rouquidão persistente
  • Dor ou sangramento
  • Dificuldade de mastigação, deglutição ou na fala
  • Sensação de que há algo preso na garganta
  • Dificuldade para movimentar a língua

Fique atento a esses sinais e no caso de anormalidades, procure um cirurgião de cabeça e pescoço pois ele indicará o melhor caminho para diagnóstico e tratamento. Lembre-se que o câncer de boca, quando detectado em fase inicial da doença, permite tratamento mais efetivo e cura.

Boca

O câncer da boca é um tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, céu da boca e língua.
Quem fuma cigarro ou utiliza outros produtos derivados do tabaco, como cigarro eletrônico, cigarro de palha, fumo de rolo, tabaco mascado, charutos, cachimbos, narguilé, entre outros, tem risco muito maior de desenvolver câncer de boca e de faringe do que não fumantes. Lembrando, quanto maior o número de cigarros fumados, maior o risco de câncer.
Consumo de bebidas alcoólicas e excesso de gordura corporal aumentam o risco de câncer de boca. Outro fator de risco é a exposição a óleo de corte, amianto, poeira de madeira, poeira de couro, poeira de cimento, de cereais, têxtil e couro, amianto, formaldeído, sílica, fuligem de carvão, solventes orgânicos e agrotóxico.
Lembrar que a infecção pelo vírus HPV está relacionado a alguns casos de câncer de orofaringe. Já a exposição ao sol representa risco importante para o câncer dos lábios.

Os principais sinais que devemos ficar atentos:

  • Lesões na boca ou nos lábios que não cicatrizam por mais de duas semanas
  • Manchas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, céu da boca ou bochechas
  • Nódulos (caroços) no pescoço
  • Rouquidão persistente
  • Dor ou sangramento
  • Dificuldade de mastigação, deglutição ou na fala
  • Sensação de que há algo preso na garganta
  • Dificuldade para movimentar a língua

Fique atento a esses sinais e no caso de anormalidades, procure um cirurgião de cabeça e pescoço pois ele indicará o melhor caminho para diagnóstico e tratamento. Lembre-se que o câncer de boca, quando detectado em fase inicial da doença, permite tratamento mais efetivo e cura.

Laringe

O câncer de laringe ocorre predominantemente em homens acima de 40 anos. O fumo e o álcool são os principais fatores de risco, sendo que o fumo aumenta em 10 vezes esse risco. Estresse e mau uso da voz também são prejudiciais tal como excesso de gordura corporal.

Exposição ocupacional também pode ser um fator de risco: trabalhadores da agricultura e criação de animais, indústria têxtil, couro, metalúrgica, borracha, construção civil, oficina mecânica, fundição, mineração de carvão, assim como cabeleireiros, carpinteiros, encanadores, instaladores de carpete, moldadores e modeladores de vidro, oleiros, açougueiros, barbeiros, mineiros, pintores e mecânicos.
Os sintomas podem ser: dor ou dificuldade ao engolir, rouquidão ou alteração na qualidade da voz, sensação de "caroço" na garganta e dificuldade para respirar ou falta de ar.

A detecção precoce do câncer busca encontrar o tumor em fase inicial e, com isso, favorecer o tratamento e consequentemente a cura.

O diagnóstico se dá por meio da laringoscopia, exame que pode ser feito no consultório. De acordo com a localização e a extensão do câncer, ele pode ser tratado com cirurgia e/ou radioterapia e com quimioterapia associada à radioterapia. Para essa investigação, orientações de tratamento e seguimento de suporte e reabilitação, procure seu cirurgião de cabeça e pescoço.

Laringe

O câncer de laringe ocorre predominantemente em homens acima de 40 anos. O fumo e o álcool são os principais fatores de risco, sendo que o fumo aumenta em 10 vezes esse risco. Estresse e mau uso da voz também são prejudiciais tal como excesso de gordura corporal.

Exposição ocupacional também pode ser um fator de risco: trabalhadores da agricultura e criação de animais, indústria têxtil, couro, metalúrgica, borracha, construção civil, oficina mecânica, fundição, mineração de carvão, assim como cabeleireiros, carpinteiros, encanadores, instaladores de carpete, moldadores e modeladores de vidro, oleiros, açougueiros, barbeiros, mineiros, pintores e mecânicos.
Os sintomas podem ser: dor ou dificuldade ao engolir, rouquidão ou alteração na qualidade da voz, sensação de "caroço" na garganta e dificuldade para respirar ou falta de ar.

A detecção precoce do câncer busca encontrar o tumor em fase inicial e, com isso, favorecer o tratamento e consequentemente a cura.

O diagnóstico se dá por meio da laringoscopia, exame que pode ser feito no consultório. De acordo com a localização e a extensão do câncer, ele pode ser tratado com cirurgia e/ou radioterapia e com quimioterapia associada à radioterapia. Para essa investigação, orientações de tratamento e seguimento de suporte e reabilitação, procure seu cirurgião de cabeça e pescoço.

Linfonodo

O aumento de um ou mais linfonodos é muito comum. Considera-se um linfonodo aumentado quando este é maior do que 1 centímetro. Na maior parte das vezes, representa uma resposta adaptativa normal, porém, pode significar uma doença inflamatória ou até câncer.

Importante analisar os seguintes aspectos:

Tempo de evolução: o aumento de linfonodo devido à infecção torna-se menos provável após um período de observação de 2 semanas, ao passo que doenças neoplásicas ou inflamação granulomatosa (tuberculose, infecção fúngica, sarcoidoseduram) muito mais tempo.

Sintomas associados: sinais de infecção de vias aéreas superiores, faringite, otalgia, infecções bucais e infecções de couro cabeludo prontamente identificam a causa de uma linfonodomegalia cervical com características benignas.

Febre, perda de peso, fadiga ou sudorese noturna podem sugerir doenças como tuberculose, linfoma, doenças auto-imunes, neoplasia e alguns processos infecciosos.

Medicamentos: atenção se toma fenitoina, alopurinol, carbamazepina, atenolol, penicilinas, cefalosporinas, quinidina, captopril, hidralazina, pirimetamina e sulfonamidas. Essas medicações podem ser causa de linfonodogalias.

Fatores de risco: linfonodomegalia cervical em pessoas com fatores de risco para neoplasia de cabeça e pescoço (tabagismo, etilismo e idade avançada) deve levar a suspeita de doença oncológica. Nesses casos, um exame minucioso da cavidade oral, seguido de uma nasofibrolaringoscopia são mandatórios para investigação.

Linfonodo

O aumento de um ou mais linfonodos é muito comum. Considera-se um linfonodo aumentado quando este é maior do que 1 centímetro. Na maior parte das vezes, representa uma resposta adaptativa normal, porém, pode significar uma doença inflamatória ou até câncer.

Importante analisar os seguintes aspectos:

Tempo de evolução: o aumento de linfonodo devido à infecção torna-se menos provável após um período de observação de 2 semanas, ao passo que doenças neoplásicas ou inflamação granulomatosa (tuberculose, infecção fúngica, sarcoidoseduram) muito mais tempo.

Sintomas associados: sinais de infecção de vias aéreas superiores, faringite, otalgia, infecções bucais e infecções de couro cabeludo prontamente identificam a causa de uma linfonodomegalia cervical com características benignas.

Febre, perda de peso, fadiga ou sudorese noturna podem sugerir doenças como tuberculose, linfoma, doenças auto-imunes, neoplasia e alguns processos infecciosos.

Medicamentos: atenção se toma fenitoina, alopurinol, carbamazepina, atenolol, penicilinas, cefalosporinas, quinidina, captopril, hidralazina, pirimetamina e sulfonamidas. Essas medicações podem ser causa de linfonodogalias.

Fatores de risco: linfonodomegalia cervical em pessoas com fatores de risco para neoplasia de cabeça e pescoço (tabagismo, etilismo e idade avançada) deve levar a suspeita de doença oncológica. Nesses casos, um exame minucioso da cavidade oral, seguido de uma nasofibrolaringoscopia são mandatórios para investigação.

Doenças congênitas

Durante o desenvolvimento embrionário, dentro do útero materno, algumas estruturas se formam, sendo responsáveis por dar origem a tecidos e órgãos presentes no indivíduo adulto. Algumas delas, após terem se transformado, involuem e desaparecem, mas pode haver persistência de alguns conjuntos de células.

O cisto do ducto tireoglosso é um resquício da formação da tireoide na fase da formação do bebê. Aparece como um nódulo arredondado, indolor na região central e na frente do pescoço, e que normalmente se move quando a pessoa engole ou põe a língua para fora.

Por conta da conexão com as estruturas da boca, o cisto é formado por secreção salivar e pode sofrer infecções bacterianas frequentes. Em alguns casos, o cisto tireoglosso também forma fístula, drenando secreção purulenta e viscosa. A remoção cirúrgica dos cistos ajuda a prevenir sua recorrência e infecção. Essa patologia é de comum diagnostico na infância, mas também podemos ter esse achado na vida adulta e deve ser avaliada e estudado o melhor momento do tratamento pelo cirurgião de cabeça e pescoço.

Já o cisto branquial é um problema do desenvolvimento do embrião que é um resquício do aparelho branquial. É esperado que as fendas desse aparelho se fechem conforme o desenvolvimento do feto, mas em alguns casos há um problema que faz restarem resquícios desse aparelho, formando um cisto na região do pescoço.
Se caracteriza pela formação de um abaulamento ou massa amolecida na parte lateral do pescoço, ficando próximo aos músculos da região. Pode conter um trajeto que vai para a região da faringe ou até ter comunicação com a pele e saída de secreção.
A tendência é de que seu volume aumente com o passar do tempo, devido ao acúmulo de secreção. Normalmente esse nódulo é indolor, entretanto, existe a possibilidade de se desenvolver infecções e durante elas é comum doer.
O tratamento de escolha para o cisto branquial é a cirurgia. Ela é indicada para fazer a remoção total do nódulo, junto com possíveis trajetos fistulosos. Não existe uma idade mais adequada para realização dessa cirurgia e o ideal é que ela seja feita em caráter eletivo, fora dos períodos de inflamação.

Doenças congênitas

Durante o desenvolvimento embrionário, dentro do útero materno, algumas estruturas se formam, sendo responsáveis por dar origem a tecidos e órgãos presentes no indivíduo adulto. Algumas delas, após terem se transformado, involuem e desaparecem, mas pode haver persistência de alguns conjuntos de células.

O cisto do ducto tireoglosso é um resquício da formação da tireoide na fase da formação do bebê. Aparece como um nódulo arredondado, indolor na região central e na frente do pescoço, e que normalmente se move quando a pessoa engole ou põe a língua para fora.

Por conta da conexão com as estruturas da boca, o cisto é formado por secreção salivar e pode sofrer infecções bacterianas frequentes. Em alguns casos, o cisto tireoglosso também forma fístula, drenando secreção purulenta e viscosa. A remoção cirúrgica dos cistos ajuda a prevenir sua recorrência e infecção. Essa patologia é de comum diagnostico na infância, mas também podemos ter esse achado na vida adulta e deve ser avaliada e estudado o melhor momento do tratamento pelo cirurgião de cabeça e pescoço.

Já o cisto branquial é um problema do desenvolvimento do embrião que é um resquício do aparelho branquial. É esperado que as fendas desse aparelho se fechem conforme o desenvolvimento do feto, mas em alguns casos há um problema que faz restarem resquícios desse aparelho, formando um cisto na região do pescoço.
Se caracteriza pela formação de um abaulamento ou massa amolecida na parte lateral do pescoço, ficando próximo aos músculos da região. Pode conter um trajeto que vai para a região da faringe ou até ter comunicação com a pele e saída de secreção.
A tendência é de que seu volume aumente com o passar do tempo, devido ao acúmulo de secreção. Normalmente esse nódulo é indolor, entretanto, existe a possibilidade de se desenvolver infecções e durante elas é comum doer.
O tratamento de escolha para o cisto branquial é a cirurgia. Ela é indicada para fazer a remoção total do nódulo, junto com possíveis trajetos fistulosos. Não existe uma idade mais adequada para realização dessa cirurgia e o ideal é que ela seja feita em caráter eletivo, fora dos períodos de inflamação.

Tabagismo

O tabagismo é uma doença crônica causada pela dependência à nicotina. No CID-10 ele integra o grupo de transtornos mentais e comportamentais em razão do uso dessa substância psicoativa. Além disso é considerado a maior causa evitável isolada de adoecimento e mortes precoces em todo o mundo.

Importante lembrar que o tabagismo contribui para o desenvolvimento dos seguintes tipos de câncer: leucemia mielóide aguda; câncer de bexiga; pâncreas; fígado; colo do útero; esôfago; rim, ureter; laringe; cavidade oral; faringe; estômago; cólon; reto; traquéia, brônquios e pulmão.

Além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também contribui para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, acidentes cerebrovasculares, ataques cardíacos e etc.

Para maiores informações: Tratamento do tabagismo no SUS, Programa Nacional de Controle do Tabagismo e Observatório da Política Nacional de Controle do Tabaco.

Tabagismo

O tabagismo é uma doença crônica causada pela dependência à nicotina. No CID-10 ele integra o grupo de transtornos mentais e comportamentais em razão do uso dessa substância psicoativa. Além disso é considerado a maior causa evitável isolada de adoecimento e mortes precoces em todo o mundo.

Importante lembrar que o tabagismo contribui para o desenvolvimento dos seguintes tipos de câncer: leucemia mielóide aguda; câncer de bexiga; pâncreas; fígado; colo do útero; esôfago; rim, ureter; laringe; cavidade oral; faringe; estômago; cólon; reto; traquéia, brônquios e pulmão.

Além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também contribui para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, acidentes cerebrovasculares, ataques cardíacos e etc.

Para maiores informações: Tratamento do tabagismo no SUS, Programa Nacional de Controle do Tabagismo e Observatório da Política Nacional de Controle do Tabaco.

Glândula salivar

As glândulas salivares são responsáveis pela produção e secreção de saliva, que lubrifica a boca e a garganta, contém enzimas que dão início ao processo de digestão, além de conter anticorpos e outras substâncias que ajudam a prevenir infecções.

Há dois tipos de glândulas salivares: as maiores e as menores. Dentre as maiores, temos: as parótidas, as submandibulares e as sublinguais. Já as menores são estruturas muito pequenas, e encontram-se dispersas por toda a mucosa que vai da boca até a faringe.

Tanto as glândulas salivares maiores quanto as menores podem desenvolver tumores benignos ou malignos.

Os tumores benignos são mais prevalentes nas maiores, sendo os mais comuns o adenoma pleomórfico, seguido pelo tumor de Whartin. Apesar de benignos, sempre devem ser tratados cirurgicamente, pois apresentam um risco de transformação para uma forma maligna além do crescimento progressivo.

Os principais tipos de tumores malignos são os carcinomas mucoepidermoides e carcinomas adenoide-císticos.

Muitos dos sintomas de câncer das glândulas salivares podem ser causados por tumores benignos ou outras doenças, como inflamações e cálculos, porém, é importante consultar um médico se você apresentar qualquer um dos seguintes sintomas:

  • Nódulo ou inchaço na boca, bochecha, mandíbula ou pescoço;
  • Dor persistente na boca, bochecha, mandíbula, ouvido ou pescoço;
  • Diferença de tamanho ou forma entre o lado direito e o esquerdo da face ou pescoço;
  • Perda de sensibilidade em parte do rosto;
  • Fraqueza dos músculos de um lado da face;
  • Dificuldade para engolir;
  • Gosto diferente na saliva.
Glândula salivar

As glândulas salivares são responsáveis pela produção e secreção de saliva, que lubrifica a boca e a garganta, contém enzimas que dão início ao processo de digestão, além de conter anticorpos e outras substâncias que ajudam a prevenir infecções.

Há dois tipos de glândulas salivares: as maiores e as menores. Dentre as maiores, temos: as parótidas, as submandibulares e as sublinguais. Já as menores são estruturas muito pequenas, e encontram-se dispersas por toda a mucosa que vai da boca até a faringe.

Tanto as glândulas salivares maiores quanto as menores podem desenvolver tumores benignos ou malignos.

Os tumores benignos são mais prevalentes nas maiores, sendo os mais comuns o adenoma pleomórfico, seguido pelo tumor de Whartin. Apesar de benignos, sempre devem ser tratados cirurgicamente, pois apresentam um risco de transformação para uma forma maligna além do crescimento progressivo.

Os principais tipos de tumores malignos são os carcinomas mucoepidermoides e carcinomas adenoide-císticos.

Muitos dos sintomas de câncer das glândulas salivares podem ser causados por tumores benignos ou outras doenças, como inflamações e cálculos, porém, é importante consultar um médico se você apresentar qualquer um dos seguintes sintomas:

  • Nódulo ou inchaço na boca, bochecha, mandíbula ou pescoço;
  • Dor persistente na boca, bochecha, mandíbula, ouvido ou pescoço;
  • Diferença de tamanho ou forma entre o lado direito e o esquerdo da face ou pescoço;
  • Perda de sensibilidade em parte do rosto;
  • Fraqueza dos músculos de um lado da face;
  • Dificuldade para engolir;
  • Gosto diferente na saliva.
Total Face Lift Deep Plane

O Total Face Lift Deep Plane é uma técnica avançada de rejuvenescimento facial que atua nas camadas profundas da face, respeitando a anatomia, os vetores naturais do envelhecimento e a identidade de cada paciente. Diferentemente dos lifts tradicionais, que tensionam principalmente a pele, essa técnica reposiciona os tecidos profundos de forma integrada, proporcionando um resultado mais natural, harmônico e duradouro, sem o aspecto artificial de “rosto operado”.

O objetivo não é transformar o rosto, mas restaurar contornos, suavizar a flacidez e devolver uma aparência mais jovem e descansada. Entre os principais benefícios estão a melhora do contorno facial, o rejuvenescimento da região média da face, o tratamento da flacidez e a redefinição elegante do pescoço, preservando as expressões naturais.

Um dos grandes diferenciais do procedimento é sua atuação na região cervical. Ao tratar os planos profundos da face, o Deep Plane melhora o ângulo cervicofacial, deixando o pescoço mais firme, definido e harmônico.

Para potencializar os resultados, a cirurgia pode ser associada a outros procedimentos, como blefaroplastia, fox eyes, frontoplastia, reposicionamento de sobrancelhas e lift labial. Também pode ser combinada com tratamentos voltados à qualidade da pele, como peelings, laser, nanofat e microagulhamento, que ajudam a uniformizar a textura, estimular colágeno e melhorar a luminosidade da pele.

Cada caso exige uma avaliação individualizada, com foco no equilíbrio entre técnica, estética e segurança. A proposta é rejuvenescer sem apagar a identidade do paciente.

Total Face Lift Deep Plane

O Total Face Lift Deep Plane é uma técnica avançada de rejuvenescimento facial que atua nas camadas profundas da face, respeitando a anatomia, os vetores naturais do envelhecimento e a identidade de cada paciente. Diferentemente dos lifts tradicionais, que tensionam principalmente a pele, essa técnica reposiciona os tecidos profundos de forma integrada, proporcionando um resultado mais natural, harmônico e duradouro, sem o aspecto artificial de “rosto operado”.

O objetivo não é transformar o rosto, mas restaurar contornos, suavizar a flacidez e devolver uma aparência mais jovem e descansada. Entre os principais benefícios estão a melhora do contorno facial, o rejuvenescimento da região média da face, o tratamento da flacidez e a redefinição elegante do pescoço, preservando as expressões naturais.

Um dos grandes diferenciais do procedimento é sua atuação na região cervical. Ao tratar os planos profundos da face, o Deep Plane melhora o ângulo cervicofacial, deixando o pescoço mais firme, definido e harmônico.

Para potencializar os resultados, a cirurgia pode ser associada a outros procedimentos, como blefaroplastia, fox eyes, frontoplastia, reposicionamento de sobrancelhas e lift labial. Também pode ser combinada com tratamentos voltados à qualidade da pele, como peelings, laser, nanofat e microagulhamento, que ajudam a uniformizar a textura, estimular colágeno e melhorar a luminosidade da pele.

Cada caso exige uma avaliação individualizada, com foco no equilíbrio entre técnica, estética e segurança. A proposta é rejuvenescer sem apagar a identidade do paciente.

Frontoplastia

A frontoplastia é uma cirurgia especializada voltada à harmonização da parte superior da face, considerando testa, sobrancelhas, linha capilar e estrutura óssea. O procedimento pode ser realizado isoladamente ou combinado com outras abordagens, sempre de acordo com a anatomia e os objetivos de cada paciente.

Em pessoas com testa longa ou entradas acentuadas, a cirurgia pode incluir avanço capilar, reduzindo a altura da testa e criando uma transição mais equilibrada entre rosto e couro cabeludo. Quando isso não é indicado ou desejado, a linha do cabelo é preservada e o foco permanece apenas na região frontal. Essa decisão leva em conta fatores como densidade capilar, elasticidade do couro cabeludo e harmonia facial.

A frontoplastia também pode incluir remodelamento ósseo. Em alguns pacientes, o formato do osso frontal e da região das órbitas gera uma aparência mais pesada ou marcada. Nesses casos, a cirurgia suaviza proeminências e refina o contorno da testa. Quando não há necessidade estrutural, a anatomia original é mantida.

Outro recurso possível é o reposicionamento das sobrancelhas, indicado quando há queda ou assimetria, seja por envelhecimento ou características naturais. O objetivo é devolver leveza ao olhar e equilíbrio à expressão, sem exageros. Em alguns casos, também é possível obter um efeito semelhante ao fox eyes, com olhar discretamente mais elevado.

A frontoplastia não segue padrões fixos. Seu propósito é corrigir excessos e desequilíbrios sem descaracterizar o rosto, preservando a identidade e a naturalidade de cada pessoa.

Frontoplastia

A frontoplastia é uma cirurgia especializada voltada à harmonização da parte superior da face, considerando testa, sobrancelhas, linha capilar e estrutura óssea. O procedimento pode ser realizado isoladamente ou combinado com outras abordagens, sempre de acordo com a anatomia e os objetivos de cada paciente.

Em pessoas com testa longa ou entradas acentuadas, a cirurgia pode incluir avanço capilar, reduzindo a altura da testa e criando uma transição mais equilibrada entre rosto e couro cabeludo. Quando isso não é indicado ou desejado, a linha do cabelo é preservada e o foco permanece apenas na região frontal. Essa decisão leva em conta fatores como densidade capilar, elasticidade do couro cabeludo e harmonia facial.

A frontoplastia também pode incluir remodelamento ósseo. Em alguns pacientes, o formato do osso frontal e da região das órbitas gera uma aparência mais pesada ou marcada. Nesses casos, a cirurgia suaviza proeminências e refina o contorno da testa. Quando não há necessidade estrutural, a anatomia original é mantida.

Outro recurso possível é o reposicionamento das sobrancelhas, indicado quando há queda ou assimetria, seja por envelhecimento ou características naturais. O objetivo é devolver leveza ao olhar e equilíbrio à expressão, sem exageros. Em alguns casos, também é possível obter um efeito semelhante ao fox eyes, com olhar discretamente mais elevado.

A frontoplastia não segue padrões fixos. Seu propósito é corrigir excessos e desequilíbrios sem descaracterizar o rosto, preservando a identidade e a naturalidade de cada pessoa.

Nano Fat e Micro Fat

As terapias regenerativas autólogas, como Nano Fat e Micro Fat, utilizam a gordura do próprio paciente para promover rejuvenescimento de forma natural e biológica. Mais do que preencher, essas técnicas atuam regenerando os tecidos e melhorando a qualidade da pele.

O Micro Fat é composto por gordura processada de maneira a preservar sua estrutura celular. Sua principal função é restaurar volumes perdidos e oferecer suporte estrutural à face. É indicado para corrigir perdas discretas de volume, melhorar contornos faciais e complementar procedimentos cirúrgicos de rejuvenescimento. O objetivo é recuperar a harmonia natural do rosto, sem exageros ou alterações artificiais.

Já o Nano Fat passa por um processamento ainda mais refinado. Ele não tem função de preenchimento, mas é rico em fatores regenerativos e células-tronco. Seu foco está na melhora da qualidade da pele, estimulando a produção de colágeno, suavizando cicatrizes e estrias, além de melhorar textura, viço e uniformidade. Os resultados surgem gradualmente, deixando a pele mais saudável e luminosa ao longo do tempo.

Diferentemente dos preenchedores tradicionais, Nano Fat e Micro Fat respeitam a fisiologia do organismo. Seus efeitos são progressivos, naturais e duradouros, por isso costumam ser associados a cirurgias faciais, implante capilar e outros tratamentos estéticos.

A escolha entre uma técnica, outra ou a combinação de ambas depende de avaliação individual, considerando anatomia, qualidade da pele, histórico clínico e objetivos do paciente. Rejuvenescer, nesse contexto, significa restaurar e estimular, não apenas adicionar volume.

Nano Fat e Micro Fat

As terapias regenerativas autólogas, como Nano Fat e Micro Fat, utilizam a gordura do próprio paciente para promover rejuvenescimento de forma natural e biológica. Mais do que preencher, essas técnicas atuam regenerando os tecidos e melhorando a qualidade da pele.

O Micro Fat é composto por gordura processada de maneira a preservar sua estrutura celular. Sua principal função é restaurar volumes perdidos e oferecer suporte estrutural à face. É indicado para corrigir perdas discretas de volume, melhorar contornos faciais e complementar procedimentos cirúrgicos de rejuvenescimento. O objetivo é recuperar a harmonia natural do rosto, sem exageros ou alterações artificiais.

Já o Nano Fat passa por um processamento ainda mais refinado. Ele não tem função de preenchimento, mas é rico em fatores regenerativos e células-tronco. Seu foco está na melhora da qualidade da pele, estimulando a produção de colágeno, suavizando cicatrizes e estrias, além de melhorar textura, viço e uniformidade. Os resultados surgem gradualmente, deixando a pele mais saudável e luminosa ao longo do tempo.

Diferentemente dos preenchedores tradicionais, Nano Fat e Micro Fat respeitam a fisiologia do organismo. Seus efeitos são progressivos, naturais e duradouros, por isso costumam ser associados a cirurgias faciais, implante capilar e outros tratamentos estéticos.

A escolha entre uma técnica, outra ou a combinação de ambas depende de avaliação individual, considerando anatomia, qualidade da pele, histórico clínico e objetivos do paciente. Rejuvenescer, nesse contexto, significa restaurar e estimular, não apenas adicionar volume.

Cirurgia do Olhar

O olhar é uma das regiões mais marcantes da face, responsável por transmitir vitalidade, descanso e expressão. Com o passar do tempo, alterações na pele, músculos, gordura e sobrancelhas podem deixar a aparência mais cansada, pesada ou envelhecida, mesmo quando a pessoa se sente bem. A chamada Cirurgia do Olhar reúne técnicas cirúrgicas e tratamentos complementares voltados para rejuvenescer e harmonizar a região ao redor dos olhos, sempre preservando a naturalidade.

Entre os principais procedimentos está a blefaroplastia. A blefaroplastia superior corrige o excesso de pele e, em alguns casos, de gordura nas pálpebras superiores. Isso devolve leveza ao olhar e pode até melhorar o campo visual. Já a blefaroplastia inferior atua abaixo dos olhos, tratando flacidez, bolsas de gordura e irregularidades no contorno das pálpebras. O planejamento é feito de forma cuidadosa para respeitar a anatomia natural da região e evitar resultados artificiais.

As bolsas de gordura ao redor dos olhos nem sempre devem ser simplesmente retiradas. Em alguns pacientes, sua remoção pode acentuar o envelhecimento. Por isso, a gordura pode ser retirada, reposicionada ou preservada, conforme a necessidade de cada caso, buscando um resultado suave e duradouro.

A posição das sobrancelhas também influencia diretamente a expressão facial. Quando caem, podem transmitir cansaço, tristeza ou rigidez. Nesses casos, é possível realizar o reposicionamento das sobrancelhas por meio de técnicas como lifting ou frontoplastia, escolhidas de acordo com a anatomia, a dinâmica facial e o resultado desejado.

Cirurgia do Olhar

O olhar é uma das regiões mais marcantes da face, responsável por transmitir vitalidade, descanso e expressão. Com o passar do tempo, alterações na pele, músculos, gordura e sobrancelhas podem deixar a aparência mais cansada, pesada ou envelhecida, mesmo quando a pessoa se sente bem. A chamada Cirurgia do Olhar reúne técnicas cirúrgicas e tratamentos complementares voltados para rejuvenescer e harmonizar a região ao redor dos olhos, sempre preservando a naturalidade.

Entre os principais procedimentos está a blefaroplastia. A blefaroplastia superior corrige o excesso de pele e, em alguns casos, de gordura nas pálpebras superiores. Isso devolve leveza ao olhar e pode até melhorar o campo visual. Já a blefaroplastia inferior atua abaixo dos olhos, tratando flacidez, bolsas de gordura e irregularidades no contorno das pálpebras. O planejamento é feito de forma cuidadosa para respeitar a anatomia natural da região e evitar resultados artificiais.

As bolsas de gordura ao redor dos olhos nem sempre devem ser simplesmente retiradas. Em alguns pacientes, sua remoção pode acentuar o envelhecimento. Por isso, a gordura pode ser retirada, reposicionada ou preservada, conforme a necessidade de cada caso, buscando um resultado suave e duradouro.

A posição das sobrancelhas também influencia diretamente a expressão facial. Quando caem, podem transmitir cansaço, tristeza ou rigidez. Nesses casos, é possível realizar o reposicionamento das sobrancelhas por meio de técnicas como lifting ou frontoplastia, escolhidas de acordo com a anatomia, a dinâmica facial e o resultado desejado.

Fox Eyes

O Fox Eyes é uma técnica voltada ao alongamento e à elevação sutil do canto lateral dos olhos, proporcionando um olhar mais aberto, elegante e descansado. Quando realizado com indicação adequada e planejamento criterioso, o procedimento produz um efeito sofisticado e discreto, preservando a naturalidade e a identidade facial.

Para resultados ainda mais completos, a Cirurgia do Olhar pode ser associada a tratamentos complementares. Entre eles, o Nano e Micro Fat contribui para melhorar a qualidade da pele, textura, viço e regeneração dos tecidos, além de promover volumização em áreas que necessitam de maior sustentação. Já a toxina botulínica (Botox) auxilia no equilíbrio muscular, suaviza rugas dinâmicas e refina o resultado final, tornando a expressão mais leve e harmoniosa.

A combinação dessas abordagens permite tratar não apenas a estrutura da região periocular, mas também a qualidade da pele e a dinâmica dos movimentos faciais. Assim, o resultado tende a ser mais completo, delicado e duradouro.

A naturalidade é o principal princípio desse tipo de procedimento. Cada olhar possui características próprias, e por isso não existem protocolos padronizados. O planejamento deve ser individualizado, respeitando a anatomia, a expressão e a identidade de cada pessoa. O objetivo não é transformar o rosto, mas rejuvenescer de forma sutil, transmitindo descanso, leveza e presença sem evidenciar a cirurgia.

Fox Eyes

O Fox Eyes é uma técnica voltada ao alongamento e à elevação sutil do canto lateral dos olhos, proporcionando um olhar mais aberto, elegante e descansado. Quando realizado com indicação adequada e planejamento criterioso, o procedimento produz um efeito sofisticado e discreto, preservando a naturalidade e a identidade facial.

Para resultados ainda mais completos, a Cirurgia do Olhar pode ser associada a tratamentos complementares. Entre eles, o Nano e Micro Fat contribui para melhorar a qualidade da pele, textura, viço e regeneração dos tecidos, além de promover volumização em áreas que necessitam de maior sustentação. Já a toxina botulínica (Botox) auxilia no equilíbrio muscular, suaviza rugas dinâmicas e refina o resultado final, tornando a expressão mais leve e harmoniosa.

A combinação dessas abordagens permite tratar não apenas a estrutura da região periocular, mas também a qualidade da pele e a dinâmica dos movimentos faciais. Assim, o resultado tende a ser mais completo, delicado e duradouro.

A naturalidade é o principal princípio desse tipo de procedimento. Cada olhar possui características próprias, e por isso não existem protocolos padronizados. O planejamento deve ser individualizado, respeitando a anatomia, a expressão e a identidade de cada pessoa. O objetivo não é transformar o rosto, mas rejuvenescer de forma sutil, transmitindo descanso, leveza e presença sem evidenciar a cirurgia.

Lip Lift

O Lip Lift é uma cirurgia delicada que busca rejuvenescer e harmonizar a região dos lábios de forma natural. Com o envelhecimento, o lábio superior tende a se alongar e o arco do cupido perde definição, deixando a parte inferior do rosto com aparência mais envelhecida. O procedimento corrige essa alteração ao reduzir a distância entre o nariz e o lábio superior, reposicionando os tecidos e restaurando proporções mais jovens.

Diferentemente de preenchimentos, o Lip Lift não cria volume artificial. Seu principal objetivo é aumentar a exposição do vermelhão do lábio, definir melhor o contorno labial e valorizar o arco do cupido. O resultado costuma ser um lábio mais expressivo, elegante e equilibrado, sem exageros e sem modificar a identidade facial do paciente.

Quando realizado com indicação adequada e técnica precisa, o procedimento respeita as características individuais. A cicatriz fica posicionada discretamente na base do nariz, tornando-se pouco perceptível após a recuperação.

O Lip Lift também pode ser associado a outros tratamentos para um rejuvenescimento mais completo da face, como lifting facial, cirurgia do olhar e frontoplastia. Além disso, pode ser combinado a recursos complementares, como Nano Fat para melhorar a qualidade da pele, toxina botulínica para suavizar rugas e peelings para tratar linhas finas.

A indicação deve ser sempre individualizada, considerando anatomia, dinâmica labial e expectativas. Rejuvenescer os lábios não significa aumentar, mas sim reposicionar, equilibrar e valorizar a beleza natural.

Lip Lift

O Lip Lift é uma cirurgia delicada que busca rejuvenescer e harmonizar a região dos lábios de forma natural. Com o envelhecimento, o lábio superior tende a se alongar e o arco do cupido perde definição, deixando a parte inferior do rosto com aparência mais envelhecida. O procedimento corrige essa alteração ao reduzir a distância entre o nariz e o lábio superior, reposicionando os tecidos e restaurando proporções mais jovens.

Diferentemente de preenchimentos, o Lip Lift não cria volume artificial. Seu principal objetivo é aumentar a exposição do vermelhão do lábio, definir melhor o contorno labial e valorizar o arco do cupido. O resultado costuma ser um lábio mais expressivo, elegante e equilibrado, sem exageros e sem modificar a identidade facial do paciente.

Quando realizado com indicação adequada e técnica precisa, o procedimento respeita as características individuais. A cicatriz fica posicionada discretamente na base do nariz, tornando-se pouco perceptível após a recuperação.

O Lip Lift também pode ser associado a outros tratamentos para um rejuvenescimento mais completo da face, como lifting facial, cirurgia do olhar e frontoplastia. Além disso, pode ser combinado a recursos complementares, como Nano Fat para melhorar a qualidade da pele, toxina botulínica para suavizar rugas e peelings para tratar linhas finas.

A indicação deve ser sempre individualizada, considerando anatomia, dinâmica labial e expectativas. Rejuvenescer os lábios não significa aumentar, mas sim reposicionar, equilibrar e valorizar a beleza natural.

Contorno Cervical e Papada

O Deep Neck é uma técnica cirúrgica avançada voltada ao rejuvenescimento do pescoço e da linha da mandíbula. Diferente da lipo de papada tradicional, que atua apenas na gordura localizada, o procedimento trata de forma profunda e estruturada as alterações que surgem com o envelhecimento, como flacidez, perda do ângulo cervicofacial, excesso de tecido e bandas musculares.

O pescoço costuma ser um dos primeiros sinais de envelhecimento facial. Mesmo quando o rosto ainda aparenta juventude, a região cervical pode transmitir um aspecto cansado e envelhecido. Em casos de gordura isolada e pele firme, a lipo de papada pode ser suficiente para melhorar o contorno. Porém, quando há alterações mais profundas, ela não resolve sozinha.

O Deep Neck atua diretamente nas camadas internas do pescoço, tratando gordura, músculos e estruturas de sustentação. Com isso, proporciona uma definição mais precisa do ângulo entre mandíbula e pescoço, melhora a linha mandibular, reduz a papada e corrige bandas cervicais. O resultado tende a ser mais natural, elegante e duradouro.

A lipo de papada pode ser associada ao Deep Neck quando necessária, funcionando como parte de uma estratégia mais ampla. A escolha da técnica depende sempre de uma avaliação individual, levando em conta a anatomia, a qualidade da pele e as expectativas do paciente.

O objetivo não é criar um pescoço artificialmente esticado, mas restaurar o contorno e a harmonia entre face, mandíbula e pescoço, muitas vezes em conjunto com lifting facial ou cirurgia das pálpebras.

Contorno Cervical e Papada

O Deep Neck é uma técnica cirúrgica avançada voltada ao rejuvenescimento do pescoço e da linha da mandíbula. Diferente da lipo de papada tradicional, que atua apenas na gordura localizada, o procedimento trata de forma profunda e estruturada as alterações que surgem com o envelhecimento, como flacidez, perda do ângulo cervicofacial, excesso de tecido e bandas musculares.

O pescoço costuma ser um dos primeiros sinais de envelhecimento facial. Mesmo quando o rosto ainda aparenta juventude, a região cervical pode transmitir um aspecto cansado e envelhecido. Em casos de gordura isolada e pele firme, a lipo de papada pode ser suficiente para melhorar o contorno. Porém, quando há alterações mais profundas, ela não resolve sozinha.

O Deep Neck atua diretamente nas camadas internas do pescoço, tratando gordura, músculos e estruturas de sustentação. Com isso, proporciona uma definição mais precisa do ângulo entre mandíbula e pescoço, melhora a linha mandibular, reduz a papada e corrige bandas cervicais. O resultado tende a ser mais natural, elegante e duradouro.

A lipo de papada pode ser associada ao Deep Neck quando necessária, funcionando como parte de uma estratégia mais ampla. A escolha da técnica depende sempre de uma avaliação individual, levando em conta a anatomia, a qualidade da pele e as expectativas do paciente.

O objetivo não é criar um pescoço artificialmente esticado, mas restaurar o contorno e a harmonia entre face, mandíbula e pescoço, muitas vezes em conjunto com lifting facial ou cirurgia das pálpebras.

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