Radioablação. Monitor de nervos. Bisturi ultrassônico…
A lista pode soar futurista, mas é o presente da cirurgia de cabeça e pescoço.
E, aqui, tecnologia não é luxo. É precisão. É segurança. É vida preservada.
Ela não veio para substituir o cirurgião. Veio para potencializá-lo.
E os resultados falam por si: recuperação mais rápida, menos intercorrências, alta precoce e qualidade de vida para o paciente.
Mesmo assim, ainda escuto o argumento:
“Mas sempre funcionou desse jeito…”
Sim, funcionou. Assim como funcionava escrever cartas em papel, até o e-mail mudar tudo. Assim como funcionava abrir mapas de papel, até o GPS caber no bolso.
Funcionava. Mas será que basta?
Resistir à tecnologia não é preservar a tradição. É limitar resultados.
É esquecer que honrar o passado é evoluir com ele.
No Nordeste, onde atuo, vejo de perto a resistência: o hábito de olhar a inovação com desconfiança, como se fosse ameaça e não oportunidade. Mas medicina de qualidade não se faz com nostalgia. Se faz com coragem para crescer.
A verdade é simples: a experiência do cirurgião somada à tecnologia não é o futuro. É o presente. E, quando bem aplicada, transforma o que já era bom em extraordinário.
Então, deixo a pergunta: por que resistir?
Porque, por aqui, nós seguimos avançando.
E o convite está feito: venha ver de perto.
Giovanna Perantoni
